terça-feira, 15 de março de 2011
Um pouco que vale muito!
A amplitude de um bem realizado só pode ser medida conhecendo-se a intenção e os sentimentos de quem o praticou. Todo bem, por menor que seja sua expressão, será sempre um imenso tesouro para quem o realizou. Se ainda não possuímos a força para curar o enfermo, restituindo-lhe a saúde, podemos confortá-lo em seu sofrimento. Se somos impotentes para acabar com a fome do mundo, podemos pelo menos mitigar por algumas horas a fome de alguém, oferecendo-lhe um pedaço de pão. Se não dispomos de recursos para abrigar os desalentados, oferecendo-lhe moradia segura, podemos pelo menos doar-lhe um cobertor para que se abrigue do frio. Deus, na construção dos mundos e na expansão do universo, serve-Se do átomo, a menor fração dos elementos! E na transformação da humanidade, serve-se dos pequenos gestos de bondade do homem, a maior fração dos sentimentos.
(desconhecido)
(desconhecido)
UMA MULHER

"Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.
Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.
Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.
Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.
Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.
Que o outro sinta quanto me dóia idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida.
Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo ''Olha que estou tendo muita paciência com você!''
Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.
Que se eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.
Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.
Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - uma mulher."
Lya Luft
segunda-feira, 14 de março de 2011
E aquele porco???

Momento aculturado confira
- * Se você ficar gritando por 8 anos, 7 meses e cinco dias, terá produzido energia sonora suficiente para aquecer uma xícara de café.
(Não parece valer a pena.)
- * Se você peidar constantemente durante 6 anos e 9 meses, terá produzido gás suficiente para criar a energia de uma bomba atômica.
(Agora sim!)
- * O coração humano produz pressão suficiente para jorrar o sangue para fora do corpo a uma distância de 10 metros .
(Uau!)
- * O orgasmo de um porco dura 30 minutos.
(Na minha próxima vida, quero ser um porco!)
- * Uma barata pode sobreviver 9 dias sem sua cabeça até morrer de fome.
- (Ainda não consegui esquecer o porco)
- * Bater a sua cabeça contra a parede
continuamente gasta em média 150 calorias (Não tente isso em casa; talvez no trabalho!)por hora.
- * O louva-deus macho não pode copular enquanto a sua cabeça estiver conectada ao corpo. A fêmea inicia o ato sexual arrancando-lhe a cabeça.
("Querida, cheguei! O que é is....")
- * A pulga pode pular até 350 vezes o comprimento do próprio corpo. É como se um homem pulasse a distância de um campo de futebol.
(Trinta minutos...que porco sortudo! Dá pra imaginar?)- * O bagre tem mais de 27 000 papilas gustativas.
(O que é que pode haver de tão saboroso no fundo de um rio?)
- * Alguns leões se acasalam até 50 vezes em um dia.
- (Ainda prefiro o porco...qualidade é
melhor que quantidade!)
- * As borboletas sentem o gosto com os pés.
- (Isso eu sempre quis saber)
- * O músculo mais forte do corpo é a língua.
(Hmmmmmm. .) - * Pessoas destras vivem em média 9 anos mais do que as canhotas.
(E se a pessoa for ambidestra?)- * Elefantes são os únicos animais que não
conseguem pular.
(E é melhor que seja assim!)
- * A urina dos gatos brilha quando exposta à luz negra.
(E alguém foi pago para descobrir isso?!)- * O olho de um avestruz é maior do que o seu cérebro.
(Conheço gente assim)
- * Estrelas-do- mar não têm cérebros.
- (Conheço gente assim também)
- * Ursos polares são canhotos.
(Se eles começarem a usar o outro lado, viverão mais)
- * Seres humanos e golfinhos são as únicas espécies que fazem sexo por prazer.
(E aquele porco???)
Agora que você já deu pelo menos uma risadinha,
- é hora de mandar esses fatos malucos para alguém que mereça rir também, ou seja...
- TODO MUNDO!
Deprimido Distraído?

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Quando eu morrer, voltarei para buscar os instantes que não vivi junto de ti...
A rotina mata o desejo?
Ao longo do tempo, o casal esforça-se por estabelecer uma rotina de tranquilidade, já que o sentimento de insegurança não é viável a longo prazo. É assim a história das relações humanas que se inscrevem neste estabelecimento de parâmetros de referência, que lhes garanta equilíbrio e autonomia: uma criança só pode crescer na condição de ter um quadro estável que lhe permita afastar-se dos seus pais, ir à escola serenamente, sabendo que os reencontra mais tarde.
O casal deverá estar na mesma dinâmica: há um enorme prazer em se reencontrar debaixo da colcha, cada um com um bom livro na mão, que não deve impedir o desejo. Mas, para isso, a motivação não pode basear-se na necessidade de segurança mútua. A rotina mata o desejo quando o homem e a mulher esquecem que são seres sexuais e que é isso os deve mover, tanto na sua vida como na cama. Cada um deve actuar para que a sua sexualidade se mantenha activa.
Aconselha-se a fazer surpresas, mas antes disso é necessário readaptar constantemente o olhar sobre si próprio e o parceiro, não deixando nunca de se descobrirem um ao outro. É nesta abordagem que se reencontra o erotismo e não na procura de posições extravagantes para reacender artificialmente a chama. Além disso, a confiança em nós e no outro, dada pela relação securizante do casal, pode incitar a sair, de tempos em tempos, dos habituais trilhos percorridos. A rotina pode funcionar como afrodisíaco? Porque não...?
Para os casais que apostam na segurança e no amor duradouro, a questão é saber como aproveitar os benefícios do amor e os seus ingredientes preciosos (confiança, cumplicidade, segurança), sem abafar a chama do desejo erótico?
Sabemos que o desejo está ligado ao aspiracional, à curiosidade, à atracção pelo desconhecido...E, simultaneamente, o amor alimenta-se de reconhecimento, familiaridade, segurança. Para manter este desejo, o outro deve permanecer misterioso. Se se torna demasiado próximo, demasiado transparente, demasiado previsível, perde, imadiatamente, a sua áurea erótica. E, assim, a relações entre amantes, tornam-se fraternais ou paternais.
A maioria dos casais caem na rotina. E a culpa não é tanto a falta da vontade, mas a ambivalência do nosso desejo: queremos o frisson e as vertigens do desconhecido, mas o nosso inconsciente procura segurança e ternura. E para deixar as nossas ilusões intactas, preferimos acomodar-nos à realidade e largar os nossos fantasmas.
Muitos casais sonham em voz alta encontrar o fogo dos primeiros tempos. E, na maior parte das vezes, é com nostalgia que lembram os tempos de ouro, que a maior parte das vezes pouco duraram!
Mas, é possível, apesar desta ambivalência, manter a relação longe da rotina. Saiba como:
1. Cultive o prazer da conversa
2. Mantenha o mistério
3. Aceite as diferenças
4. Mantenha o respeito
5. Quebre a rotina sexual
6. Controle os ciúmes
7. Mantenha a individualidade
8. Viva o presente e esqueça os medos do futuro. "Que seja infinito enquanto dure", como dizia Vinícius.

Será possível manter a chama acesa ao fim de anos e anos de convivência diária?
No princípio de um primeiro encontro, tudo é surpresa, uma vez que nenhum dos parceiros se conhece. Cada um dos membros do futuro casal está imbuído de um duplo desejo: por um lado, a atracção sexual pelo outro e o desejo de o conquistar e, por outro, o medo de o perder.Ao longo do tempo, o casal esforça-se por estabelecer uma rotina de tranquilidade, já que o sentimento de insegurança não é viável a longo prazo. É assim a história das relações humanas que se inscrevem neste estabelecimento de parâmetros de referência, que lhes garanta equilíbrio e autonomia: uma criança só pode crescer na condição de ter um quadro estável que lhe permita afastar-se dos seus pais, ir à escola serenamente, sabendo que os reencontra mais tarde.
O casal deverá estar na mesma dinâmica: há um enorme prazer em se reencontrar debaixo da colcha, cada um com um bom livro na mão, que não deve impedir o desejo. Mas, para isso, a motivação não pode basear-se na necessidade de segurança mútua. A rotina mata o desejo quando o homem e a mulher esquecem que são seres sexuais e que é isso os deve mover, tanto na sua vida como na cama. Cada um deve actuar para que a sua sexualidade se mantenha activa.
Aconselha-se a fazer surpresas, mas antes disso é necessário readaptar constantemente o olhar sobre si próprio e o parceiro, não deixando nunca de se descobrirem um ao outro. É nesta abordagem que se reencontra o erotismo e não na procura de posições extravagantes para reacender artificialmente a chama. Além disso, a confiança em nós e no outro, dada pela relação securizante do casal, pode incitar a sair, de tempos em tempos, dos habituais trilhos percorridos. A rotina pode funcionar como afrodisíaco? Porque não...?
Para os casais que apostam na segurança e no amor duradouro, a questão é saber como aproveitar os benefícios do amor e os seus ingredientes preciosos (confiança, cumplicidade, segurança), sem abafar a chama do desejo erótico?
Sabemos que o desejo está ligado ao aspiracional, à curiosidade, à atracção pelo desconhecido...E, simultaneamente, o amor alimenta-se de reconhecimento, familiaridade, segurança. Para manter este desejo, o outro deve permanecer misterioso. Se se torna demasiado próximo, demasiado transparente, demasiado previsível, perde, imadiatamente, a sua áurea erótica. E, assim, a relações entre amantes, tornam-se fraternais ou paternais.
A maioria dos casais caem na rotina. E a culpa não é tanto a falta da vontade, mas a ambivalência do nosso desejo: queremos o frisson e as vertigens do desconhecido, mas o nosso inconsciente procura segurança e ternura. E para deixar as nossas ilusões intactas, preferimos acomodar-nos à realidade e largar os nossos fantasmas.
Muitos casais sonham em voz alta encontrar o fogo dos primeiros tempos. E, na maior parte das vezes, é com nostalgia que lembram os tempos de ouro, que a maior parte das vezes pouco duraram!
Mas, é possível, apesar desta ambivalência, manter a relação longe da rotina. Saiba como:
1. Cultive o prazer da conversa
2. Mantenha o mistério
3. Aceite as diferenças
4. Mantenha o respeito
5. Quebre a rotina sexual
6. Controle os ciúmes
7. Mantenha a individualidade
8. Viva o presente e esqueça os medos do futuro. "Que seja infinito enquanto dure", como dizia Vinícius.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
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